Com apenas 31 anos, o técnico Cleobio Bastos, do
Tigre/Garanhuns (PE), já acumula conquistas coletivas (Liga Nordeste) e individuais. No último
fim de semana, Cleobio foi um dos homenageados na ‘Noite das Personalidades’,
evento realizado em Aracati (CE), onde dezenas de salonistas foram homenageados
por Segundo Costa.
A seguir, o treinador faz um balanço sobre a atual
temporada:
“Sem dúvidas, o ano de 2013 para mim será de fato
inesquecível. Apesar do início do ano longe das quadras, devido a saída da
comissão técnica do Tigre no final de 2012, após três anos atuando como
auxiliar técnico, continuei acompanhando o futsal brasileiro para manter
atualizados os conhecimentos”, disse.
Anets de assumir o clube pernambucano, Cleobio
atuava como auxiliar técnico, e o retorno ao futsal ocorreu de forma inesperada:
“Recebi o convite do professor Zeca Brochier,
supervisor da União Jovem do Rincão, de Novo Hamburgo (RS), para fazer parte da
comissão técnica da equipe sub-15 na Taça Brasil de Futsal, realizada em
Recife. Foi uma experiência formidável, pois tratava de uma comissão técnica
jovem, comandada pelo professor Edu Attolini, com atletas da cidade e quase sem
experiência em competições nacionais. A campanha deles foi maravilhosa, dentro
do planejamento que o clube fez e como a competição foi realizada em meu estado
natal, tive uma maior visibilidade”, explicou.
Ao mesmo tempo, o Tigre passava por um momento de muita instabilidade,
principalmente com os maus resultados colhidos no primeiro semestre, advindo de
um rebaixamento de divisão na Taça Brasil (caindo da Divisão Especial para a
Primeira Divisão) e uma má campanha na Copa Pernambuco, na qual não chegou nas
finais.
“Houve uma reformulação emergencial por conta disso
e acabei recebendo um convite da direção do Tigre para retornar ao clube, desta
vez como treinador. Não hesitei e acabei
aceitando este desafio, principalmente por conhecer a fundo o clube e confiar
muito no meu trabalho. O desafio era enorme, não apenas pelo primeiro semestre
ruim da equipe, mas principalmente pelo desafio em manter a hegemonia no
campeonato estadual (éramos até então tetracampeões estaduais), mas desta vez
com um orçamento 60% menor que o ano de 2012”, ponderou.
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