Árbitro de futsal com
grande experiência dentro das quadras, o mogiano Carlos Matias Guerra faz
parte do quadro de oficiais da FPFS (Federação Paulista de Futsal) há muitos anos,
a assim como os demais salonistas, também está Indignado com o incidente em
Sorocaba (Interior de São Paulo), o qual envolveu um colega de profissão e um
atleta.
Entenda o caso:
O fato ocorreu durante a
prorrogação de uma partida válida pelo 'Cruzeirão', um dos mais tradicionais
torneios realizados no Estado. O duelo entre Clac e Belosso estava em 3 x 3, quando o Clac virou a
contagem, o que criou toda a revolta por parte dos adversários, os quais deram
início a um tumulto generalizado, no qual o jogador Werington agrediu o árbitro
Everton Araújo de Oliveira com uma voadora, deixando-o descordado por alguns minutos.
Segundo Guerra, independente da atuação do
árbitro, tudo gira em torno da política nacional e suas respectivas Leis:
"Precisam de
punições mais severas. Não é culpa nossa, e sim dos políticos em melhorar as
leis deste Brasil, porque até nós fazemos coisas erradas e não somos
punidos", comenta.
O árbitro afirma que
também já foi agredido, mas durante uma partida de futebol de areia:
"Estava arbitrando
um jogo de futebol de areia e ele (atleta), com 3 minutos já tinha feito várias faltas, quando me
aproximei dele e percebi que havia consumido bebida alcoólica. Não tive
jeito, expulsei de quadra e ainda
assim, ele ficou do lado de fora bebendo
mais.
Ao final da partida, o jogador falou que eu tinha apitado bem e veio me
dar a mão. E eu inocente, fui dar a minha quando ele desferiu um soco na minha
boca. Foi triste chegar em casa e meus filhos esperando eu chegar e me viram
naquela situação, com 10 pontos a boca inchada", lamenta.
Foto: Arquivo pessoal

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